Taxi-ciclista Fárida Rafael: a mulher que rompeu as barreiras do género

Quelimane é conhecida como a cidade das bicicletas. Um transporte que os citadinos usam para multiplas funções, das quais o taxi – um meio de subsitência. Segundo dados da Associação dos taxistas da Zambézia (ATAMOZ), existem nesta cidade perto de 5000 taxi-ciclistas em circulação.

Viver do taxi de bicicleta em Quelimane é possível, afirmam os taxistas questionados pelos CIDADÃOS. Segundo eles, por dia, podem arrecadar perto de 400 meticais, o que pode ser suficiente para arcar com as despesas diárias da sua família.

A actividade de taxi-ciclista tem sido, normalmente, vista como aquela que pode, somente, ser praticada por homens, isto é, por usar demasiada força física, apregoa-se que as mulheres não têm capacidade suficiente de exercerem o taxi-ciclismo. Todavia, este pensamento caí por terra porque nota-se, actualmente, uma onda crescente de mulheres taxi-ciclistas.

Fárida José Rafael é um exemplo de mulher que desafiou as barreiras do género e os ditames sociais permitindo-se sonhar um pouco mais. Fárida usa a bicicleta para fazer taxi na Cidade de Quelimane. Com o que ganha, consegue ajudar o seu marido com as despesas de casa e colocar os seus filhos a estudar.

“A mulher tem que ser proactiva! Não deve depender apenas do homem”
, diz.

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